Intimismo na Música
Características da Bossa-Nova
A melodia tipicamente mais sofisticadas do que nas canções antigas, são fortemente não-diatônicas. Outras tem melodias simples, porém usando uma grande complexidade rítmica. As letras das músicas procuram uma linguagem mais próxima do coloquial, um lirismo mais intimista. A concepção do canto na Bossa Nova é coll sem procura de efeitos ou arroubos melodramáticos, sem demonstrações de virtuosismo, sem malabarismos. Juntamente, o compositor Antônio Carlos Jobim e o poeta Vinícius de Moraes foram os nomes dos que co-iniciaram o movimento. Este último garantiu a valorização literária das músicas, com novos temas e formas.Desse grupo constam: Carlos Lira, Ronaldo Bôscoli, Roberto Menescal, Oscar Castro Neves e seus irmãos Ico, Leo e Mario, Luiz Eça, Alayde Costa, Loverci Fiorini e Nara Leão.
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/31687/1/BOSSA-NOVA--50-ANOS-/pagina1.html#ixzz0sjhaayLW
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Poema INTIMISMO
ai vai o link:
http://www.overmundo.com.br/banco/intimismo
Sobre a obra:
Prosa Poética inspirada na temática "Infernos Íntimos",
e instigada pelo contraponto das situações que a VIDA nos oferece em paralelas constatações:- a grande dor, ainda que, por amor,diante da ternura de amar a quem não exige, senão o próprio e puro amor!
a ser publicada na "COLETÂNEA ARTESANAL".
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Ideal de vida
“Um nome para o que eu sou, importa muito pouco. Importa o que eu gostaria de ser.
O que eu gostaria de ser era uma lutadora. Quero dizer, uma pessoa que luta pelo bem dos outros. Isso desde pequena eu quis. Por que foi o destino me levando a escrever o que já escrevi, em vez de também desenvolver em mim a qualidade de lutadora que eu tinha? Em pequena, minha família por brincadeira chamava-me de ‘a protetora dos animais’. Porque bastava acusarem uma pessoa para eu imediatamente defendê-la.
[...] No entanto, o que terminei sendo, e tão cedo? Terminei sendo uma pessoa que procura o que profundamente se sente e usa a palavra que o exprima.
É pouco, é muito pouco.”
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A síntese perfeita
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Fragmentos de Clarice

A descoberta do amor : “[...] Quando criança, e depois adolescente, fui precoce em muitas coisas. Em sentir um ambiente, por exemplo, em apreender a atmosfera íntima de uma pessoa. Por outro lado, longe de precoce, estava em incrível atraso em relação a outras coisas importantes. Continuo, aliás, atrasada em muitos terrenos. Nada posso fazer: parece que há em mim um lado infantil que não cresce jamais.
Até mais que treze anos, por exemplo, eu estava em atraso quanto ao que os americanos chamam de fatos da vida. Essa expressão se refere à relação profunda de amor entre um homem e uma mulher, da qual nascem os filhos. [...] Depois, com o decorrer de mais tempo, em vez de me sentir escandalizada pelo modo como uma mulher e um homem se unem, passei a achar esse modo de uma grande perfeição. E também de grande delicadeza. Já então eu me transformara numa mocinha alta, pensativa, rebelde, tudo misturado a bastante selvageria e muita timidez.
Antes de me reconciliar com o processo da vida, no entanto, sofri muito, o que poderia ter sido evitado se um adulto responsável se tivesse encarregado de me contar como era o amor. [...] Porque o mais surpreendente é que, mesmo depois de saber de tudo, o mistério continuou intacto. Embora eu saiba que de uma planta brota uma flor, continuo surpreendida com os caminhos secretos da natureza. E se continuo até hoje com pudor não é porque ache vergonhoso, é por pudor apenas feminino.
Pois juro que a vida é bonita.”
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Clarice Jornalista :)

Durante os anos 50 e 60, Clarice escreveu, sob os pseudônimos de Teresa Quadros, Helen Palmer e como ghost-writer da atriz e modelo Ilka Soares, respectivamente, para os jornais Comício, Correio da Manhã e Diário da Noite. Os textos tratavam do universo próprio das mulheres da época, dando dicas de economia doméstica, receitas culinárias, saúde e comportamento. Passada esta fase das colunas femininas de contingência – reunidas nos títulos Correio feminino e
Só para mulheres, organizados por Aparecida Maria Nunes –, Clarice Lispector teve papel de destaque no Jornal do Brasil, onde foi colaboradora na mesma época que Carlos Drummond de Andrade, assinando uma crônica semanal aos sábados, entre agosto de 1967 e dezembro de 1973. Os textos foram reunidos em livro por seu filho, Paulo Gurgel Valente, em 1984, na coletânea A descoberta do mundo.
Paralelamente, obteve, a partir de 1968, grande sucesso como entrevistadora. Na revista Manchete, onde assinava a rubrica “Diálogos possíveis com Clarice” e, depois, na revista Fatos & Fotos, também pertencente à Editora Bloch, onde sua derradeira contribuição saiu em outubro de 1977, menos de três meses antes de sua morte, ocorrida em dezembro do mesmo ano. Colaborando ainda nesse seu último ano de existência com o jornal Última Hora, onde passara a publicar suas crônicas no mês de fevereiro. As entrevistas de Clarice foram coligidas nos livros De corpo inteiro e Entrevistas, ambos integrantes do catálogo da Editora Rocco.
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Fragmentos do "O Ovo e a galinha" - Felicidade Clandestina
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